Victor, irmão do Leo, casou-se na
última terça-feira no civil, em Uberlândia, com Claudia Swarovski,
apresentadora dos comerciais do “Domingão do Faustão”. Ontem foi
realizada a festa, também na cidade.
Pouco saiu na imprensa, já que a
informação é que o evento não contou com autorização para nenhum
veículo, mas independentemente disso, as fãs se manifestaram de forma
calorosa.
Muitas delas, irritadas com a falta de
“transparência” do cantor, que confirmou que se casaria, mas que não deu
maiores informações sobre sua situação amorosa. Um tempo antes, Victor
havia negado que casaria, o que “traiu a confiança” de muitas fãs.
Não é segredo que ele é avesso a
qualquer exposição de intimidade. O que fica é claro é que ele não
queria que o assunto tomasse corpo, como não tomou.
Sim, tem fã que disse ter deixado de ser
fã. Parece brincadeira, mas é verdade. A relação de fãs de Victor e Leo
com a dupla, especialmente com Victor, não é como qualquer outra. Há um
certo exagero na idolatria, mas que se compreende quando se vê o trato
dele com as moças: sempre há uma frase de efeito, um gesto cordial, um
elogio gratuito e uma boa educação além do que estamos acostumados. Ou
seja, solteiro, galã e cavalheiro.
Victor também é o cara do discurso. Defende a verdade, a humildade, fala de energia e de amor. Trata todo mundo de forma igual.
Ele é um exemplo bem nítido do que
acontece muito com artistas de massa, principalmente lá fora, que têm
sua personalidade artística confundida com sua intimidade. Uma relação
supostamente mais próxima e aberta com um ídolo, que provoca uma
sensação de intimidade, pode ser só mais uma ilusão de um meio que é
feito basicamente de ilusões.
Quando, como acontece agora, percebe-se
que a relação fã x artista não é uma via de mão dupla proporcional (com o
perdão da redundância), como nunca foi e jamais será, surgem as reações
mais exaltadas.
FONTE: Universo Sertanejo